A calmaria, do tempo. O pensamento, voando com o soar das páginas ao ouvido.
Cada palavra, cada parágrafo. Me diz um sentido diferente. Em seu pensamento contundente. Fazendo o mergulho dos céus, em seu deleite do soar de sua vós em um sopro no meu coração.
Agindo como um movimento necessário para o Confúcio de minha mente espelhada nas mil faces do prisma. Refletindo as cores na iris dos seus olhos.pois está janela, nunca fechou. Dando-me a descida feroz pelo caminho em que me seguem em momentos contínuos e separados por tempos em tempos...
Me dê o sabor....
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